terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Malu na escola


Dia 28 de janeiro de 2014. Momento em que a Malu Alencar Zorzin inicia sua vida acadêmica. Assim que voltei de licença maternidade havia combinado com minha mãe que colocaria a Malu em uma creche quando ela completasse 1 ano. Chegou a idade e decidimos adiar para 1 ano e meio. Chegou a idade e decidimos colocá-la com dois. E dessa vez sem protelar.  Em novembro de 2013 eu e o pai fomos em busca de uma escola que acreditássemos na proposta pedagógica e, além de tudo, que fosse ampla e com espaço verde. Visitamos umas quatro e nos apaixonamos por uma em especial. Ampla, arborizada, parquinho grande, trenzinho para os pequenos e bichos (com autorização do IBAMA), que aliás são a paixão da Malu.

Feito a matrícula (com um frio na barriga) só nos restava aguardar. Os dias para o início das aulas se aproximavam e o meu peito apertava. Mas decidi que não ia sofrer por antecipação e foi quando decidi esquecer. Mas faltando 2 semanas para o ingresso na escola, a insônia me pegou. Perdia o sono lá para as 5h da manhã e não dormia mais. Pensava, pensava e pensava.  Ficava aflita dela sofrer demais visto o apego máximo, supremo dela comigo e com as pessoas que ela conhecia bem: avó, avô, padrinho e tia glaicinha.

Chegou a semana. O primeiro dia só para os pais. Conhecemos a equipe pedagógica e após isso, nos reunimos na salinha que seria da Malu com a professora e assistentes. Nesse momento, tirei todas as dúvidas que habitavam minha cabeça e aproveitei para emanar pensamento positivo, tipo: vai dar certo, ela vai gostar.


No dia seguinte, foi a vez dela ir, mas com os pais. Foi tudo lindo. Ela adorou a salinha. Gostou do espaço da cozinha. Lá passou roupinha, colocou a boneca para dormir no berço e lavou a mão no tanquinho. Andou pela sala inteira. Ficamos por lá umas duas horas e seguimos para casa. No terceiro dia, a deixamos na porta da sala e fomos embora. Ela chorou um pouco, mas nada esguelante, assustador.

E tem sido assim. Dias em que choraminga, outros em que está tranquila.

Confesso que me supreendi com a reação dela. Imaginei que fosse sofrer horrores pelo apego desenfreado a mim e a minha família. Só que não.

Ela sempre retorna da escolinha feliz, com histórias para contar e fazendo referências aos amigos que fez por lá: Miguel, João, Felipe, Rodigo e Manu (melhor amiga dela).

Mas não há um dia sequer que a mamãe aqui não sofre de ansiedade pelo dia da pequena na escola. Acho que isso atrapalha a mim e a ela porque o bom mesmo é mente tranquila e coração sossegado. esses fluidos são importante para que tudo aconteça de forma linda, leve e solta.

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