Agora aprendeu que existe na língua portuguesa o diminutivo
e daí tudo se transforma em mínimo. É a coisa mais engraçada dos últimos
tempos.
Tulizinha = diminutivo de Sueli
Livrinho
Nenenzinho
Fozinha = diminutivo de florzinha
E por aí vai...
Aprendeu a contar histórias. Senta no chão pega um livro de
sua preferência e começa...daí, o cassorrinho (cachorro) falou...daí, o lorinho
(louro) falou...daí, o ursinho falou... e eu, o pai ou quem estiver com ela tem
de completar as frases. Haja imaginação. E se por algum motivo alheio a nossa
vontade esquecemos de completar a frase, ela engata num desenfreado: e daí, e
daí, e daí, e daí. Juro parece uma vitrola quebrada. Por dentro damos
gargalhada.
Está tão, mas tão apegada aos
livros que dias desses antes de dormir tive de apagar todas as luzes da casa e
dizer que os bichinhos do livro foram dormir porque estavam cansados. Foi pro
peito chorando, fazendo biquinho, mas adormeceu. Coloquei no berço e quando deu
4h da matina, a baby acorda dizendo: livrinho, livrinho. Cutuquei o pai e
começamos a rir
Ao deixar ela na casa da minha
mãe, na porta do elevador, o marido se despede de mim: tchau amor. E ela, pro
pai: tchau amor. “ganhei o meu dia, filha”, disse o pai todo emocionado.
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