O encantamento pelo pai surgiu. Não foi agora, com 1 ano e
seis meses. Esse movimento aconteceu bem antes, com 1 ano e 4 meses. Se antes
eu não podia nem ir ao banheiro direito, agora faço tudo com muito mais calma.
Isso porque a Malu está mais do que nunca apegada ao pai. É uma relação intensa
de amor, brincadeiras e companheirismo. Agora, ela só lembra da mãe quando quer
mamar ou dormir.
Penso que acho isso ruim, fico com ciúmes. Nãoooo, de forma
alguma. Ao contrário, acho a coisa marlinda de deus. Acho bem bonitinha a
afinidade dos dois. Existem brincadeiras, que só o pai serve. Tento imitar, mas
não tem jeito. Ela logo diz: papaia. Ou seja, papai faz você!
Lembro quando Marcus ficava super ciumento dizendo que a
Malu estava apegada por demais a mim e a ele nada, nadinha. E eu sempre soube
que um dia a hora dele ia chegar. Agora, ele que não “respira” mais. Não tem
mais tempo de ler um livro, verificar e-mails ou até mesmo assistir suas séries
televisivas favoritas. Mas, quer saber ele se diverte com a Malu. Da cozinha,
ouço a risada dos dois.
Ele é o pai perfeito, mas perfeito mesmo. Se eu tenho alguma
queixa dele a fazer?? Absolutamente que não. Tenho certeza que ele é essencial
para a Malu.
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