terça-feira, 19 de março de 2013

Birras

Começou com as famosas "birras". Quando está distraída com alguma coisa (muitas vezes inapropriada) e resolvemos tirar da  mão dela,  apronta aquele berreiro. Mas é só mostrarmos outra coisa que logo para de chorar. Se antes era fácil "arrancar" as coisas dela, agora é quase impossível.

Troca de fralda

Cada vez mais difícil essa proeza. É uma luta convencê-la ficar quieta. Muitas vezes é na marra mesmo porque senão fica sem roupa.
Obs: quase fico com meus cabelos em pé.

Gavetas

Aprendeu a abrir a gaveta do quarto e tirar todas as roupas de dentro. Apronta uma bagunça, mas é capaz de ficar horas ali. Fofura master.

Carteira da mamãe

Outra novidade: a d o r a abrir a carteira da mamãe e tirar todos os cartões dali. Aliás, encontrou na minha bolsa o mais novo parque de diversão.

As palavras

As palavrinhas que não cansa de repetir: mama, papa, gatim, au au, té (quero), bamo (vamos), á gua (pronuncia desse jeitinho. Só que dá uma pequena pausa entre o à e gua), dá dá (andar).

Andar

Parece que está se interessando em dar os primeiros passos. Antes tinha uma certa insegurança. A gente pegava na maozinha  e não dava nem dois passinhos e queria se sentar. Agora só quer saber de andar, claro que com a gente por trás dando aquele suporte. rsrsrsrs. Mas, já é muita coisa.

Sono da noite

Ao completar um ano, teve umas cinco noites em que não acordou para mamar. Emendou até amanhecer. E eu e o papai, como ficamos nessa história? Surpresos.

Mexe mexe

Ninguém mais segura essa bebê durante a noite. Coloco a Malu para dormir sempre de lado e do lado esquerdo de quem entra no quarto. Na manhã seguinte a encontro de ponta cabeça, sem coberta e toda folgada.

Mamazinho

Ao completar um ano, também, começou a se desinteressar mais pelo peito. Claro, que ainda chora quando quer mamar, mas não é nada comparado como antes em que batia as pernas e pedia, ou melhor, clamava pelo mamar da mamãe. Teve um dia, inclusive, em que mamou apenas 2 vezes. Pensei até que era um sinal para o desmame, mas acho que não. hauhauhaua.





365 dias com ela

26/02/2013

No trajeto do trabalho para casa, voltei pensando na velocidade do tempo e de repente fiquei nostálgica. Pensar que já se passou 1 ano do nascimento da Malu me deu um misto de alegria, gratidão e saudade. Alegria por ela estar aqui ao nosso lado. Ter chegado de mansinho, meiga e singela. Gratidão a DEUS pela saúde e perfeição com que veio e saudade...ahhh, a saudade.  
Saudade dos tempos já vividos (mas já??? Sim, já). De cada dia, cada segundo. Porque quando se tem um bebe em casa a evolução deles é muito grande, rápida como uma faísca e é bom que fiquemos bem atentos para não perdermos nada, nadinha, pois a cada dia é uma descoberta, é um aprendizado, é uma gracinha nova, é um choro diferente, é um sorriso que de repente passa a gargalhada, é um olhar diferente para os pais, é uma vontade de pegar objetos primeiro com uma mão e depois com as duas, é um banho que de calmo passa a agitado (porque ela começa a sentir prazer no banho e daí descobre que aquele momento vai além da higiene. É a hora de bater pernas e mãos na água. Bem forte), é o choro pelo mamar, é o choro de sono, é o sentar sozinha e conseguir ficar segundos e depois bons minutos, é o engatinhar pela casa, é a alegria de sair para a rua no colo do papai, é o barulho beeem característico que ela faz quando está  com sono na cadeirinha do carro, é a piscadinha que a vovó ensina e ela se esmera em imitar, é a palminha que bate, é a brincadeira de esconde-esconde com o vovô, é o levantar sozinha e tentar se equilibrar...
Bom seria se assim como o controle da TV pudéssemos, em alguns momentos, apertar o botão de voltar e déssemos pausas. Mas a vida flui, passa como uma estrela cadente e daí já era, surgem outras fases. E pensar que as fases que passaram não vou ter mais acesso me dá sim, saudade imensa e até um nó na garganta. Mas o que me tranqüiliza é que vivo literalmente junto com ela. Não perco nada, faço questão de estar perto e saber de cada conquista da Malu. Porque isso me faz um bem enorme (e acho que para ela também), me preenche, me encontro, ilumina minha alma e faz eu ter a certeza de que ser mãe é o melhor presente que já ganhei na minha vida. EVER.